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A tese WaM de inovação e suas etapas

A inovação faz parte do DNA da WaM e, para nós, ela é uma necessidade para as organizações que querem sobreviver e se manter competitivas e atuantes no mundo. É por isso que nos propusemos a ser uma aceleradora desse processo, potencializando essa prática dentro das empresas e contribuindo para a disseminação de uma cultura de inovação. 

Mas, como a gente coloca isso em prática? Com muito estudo e experiência, nós criamos uma tese própria de inovação. Compartilhar este percurso é uma forma de deixar claro o nosso posicionamento sobre o tema e mostrar como fazemos o nosso trabalho, transformando inovação em resultado. 

Quer saber qual a tese WaM de inovação? Descubra agora todos os elementos desse processo. 

As premissas de tese WaM de inovação

Toda tese parte de algum lugar e, quando se fala em inovação, não poderia ser diferente. Esse é o papel das premissas, mostrar o ponto de partida, os fatos que levaram ao desenvolvimento de uma teoria. 

No caso da tese WaM de inovação, são duas premissas que serviram como norte: a agilidade da mudança e a sustentabilidade como fim. Entenda um pouco mais sobre esses dois elementos.  

Agilidade da mudança

O mundo está em constante mudança e, com o avanço da tecnologia, essas transformações ocorrem em um ritmo cada vez mais acelerado. É por isso que a agilidade é uma das premissas da tese de inovação da WaM. 

Ao longo da nossa experiência, percebemos que muitas empresas investem em inovação, mas os resultados não acompanham o ritmo do mercado. Ou seja, a inovação acontece mais lentamente do que o necessário, a velocidade da inovação não é coerente com a agilidade de transformação do mundo. 

Se uma organização quer inovar, solucionar problemas reais e se posicionar perante o mercado, essa velocidade deve ser aumentada. A inovação precisa permitir que a empresa se adapte rapidamente à nova realidade, que ela antecipe tendências e solucione problemas novos que surgem a todo momento. 

Sustentabilidade como fim

A segunda premissa da WaM é a de que a sustentabilidade deve ser o objetivo final das ações de inovação. Mas por que a gente acredita nisso? 

Qualquer organização precisa se sustentar no mundo. Ela impacta a sociedade e utiliza os recursos naturais para se manter em funcionamento. É, portanto, essencial que as empresas e outras organizações saibam como preservar o mundo ao redor. Afinal, são eles que sustentam as suas atividades — daí a necessidade da sustentabilidade. 

Mas, como alcançar esse objetivo, como se tornar sustentável? É aí que entra a inovação! 

A inovação é o caminho para que a empresa seja capaz de realizar as suas atividades, preservando a sociedade e o meio ambiente, ou seja, sendo sustentável. Portanto, defendemos inovação como meio e a sustentabilidade como fim. 

Como as empresas mudam

Com essas duas premissas em mente, fica o questionamento: como as organizações podem se transformar tendo esses dois elementos como ponto de partida? Como se adaptar rapidamente, acompanhando a velocidade de transformação do mundo, tendo a inovação como meio e a sustentabilidade como fim? 

É aí que entra a tese de inovação da WaM. As empresas têm o objetivo de chegar em um ponto no qual são capazes de agir de forma sustentável e antecipar as tendências do mercado, gerando soluções úteis para um mundo em constante mudança. O caminho entre o momento atual e esse objetivo é a inovação. 

Mas para que isso funcione, a inovação não pode ser centralizada nas mãos de um único setor ou de poucas pessoas dentro da empresa. Ela deve ser orgânica, ou seja, qualquer pessoa dentro da empresa pode ser vetor desse processo. E isso significa conduzir a empresa pelas etapas da inovação até chegar ao momento final, na qual esse conceito faz parte da cultura e do DNA da organização. 

As etapas da inovação 

Na tese WaM de inovação nós defendemos que a inovação é uma jornada. É um processo que deve ser maturado dentro da empresa, indo desde de um momento no qual ele ocorre de forma mecânica até atingir uma maior maturidade, quando a inovação é orgânica. Isso passa por algumas etapas.

Descrição dos quatro estágios de inovação segundo a WaM. O estágio 1 seria o mais mecânico enquanto o 4 seria o modelo mais orgânico.

Para falar sobre as etapas de inovação, vamos fazer uma metáfora com elementos da biologia. 

Comece pensando em uma árvore. Ela possui uma raiz, tronco, ramos e folhas. A seiva passa da raiz para toda a planta e é isso que faz com que ela sobreviva. 

A árvore é funcional, ela vive por muitos anos. Porém, ela possui uma estrutura bastante rígida, não consegue se espalhar com facilidade, atingir outros locais. É por isso que ela representa a primeira etapa, a inovação mecânica. 

Quando a inovação ocorre em um modelo arbóreo,  ela está presente dentro da empresa, mas de forma enrijecida. Nesse momento, ela está centralizada em uma determinada área ou em um grupo de pessoas. 

O problema é que ela não se espalha, assim como a árvore, que não é capaz de se espalhar. Esse grupo de pessoas responsáveis pela inovação acabam restringindo sua atuação à busca por soluções para demandas das outras áreas da empresa ou no convencimento da organização sobre a necessidade da mudança. A empresa inova, mas de forma rígida e hipercentralizada. 

Enquanto a árvore representa a primeira etapa da inovação, a grama seria a representante do estágio mais avençado desse processo, a inovação orgânica. Isso porque a grama possui uma estrutura chamada de rizomática, diferente da arbóre apresentada anteriormente. 

Isso significa que a grama não possui apenas uma raiz central. Ela é uma infinidade de pontos conectados e crescendo juntos. A grama são várias plantas e, ao mesmo tempo, uma só, já que estão todas conectadas pelo rizoma. É por isso que ela se espalha tão rapidamente e é por isso também que é tão difícil eliminar a grama de um jardim. 

Essa seria a inovação orgânica. Ela não está centralizada em apenas um lugar, ela é dinâmica, fluida e está espalhada por toda a organização. A inovação está no core, no DNA da empresa, e todos os setores e colaboradores podem atuar como um vetor de transformação. 

Foi isso que a Cielo, referência em serviços financeiros, fez. Ela entendeu que inovar em um sistema arbóreo, com uma área responsável por todo o processo, pode funcionar, mas de forma limitada.  Foi por isso que ela matou a área de inovação para investir em outras estruturas mais rizomáticas, de forma a permitir que todos sejam responsáveis por esse processo dentro da empresa. 

Esse é um exemplo, mas não a regra. Cada organização possui uma realidade e é preciso entender qual a melhor forma de fazer com que a empresa passe de uma inovação mecânica para uma estrutura orgânica. 

É isso que a WaM faz! Com a tese WaM de inovação, nós ajudamos as empresas a percorrerem esse caminho de árvore à rizoma, respeitando as premissas de agilidade e sustentabilidade. Em parceria, ajudamos a empresa a trilhar essa jornada de forma leve e focada na cultura. 

Então, entre em contato com a gente e descubra como a gente pode ajudar a sua empresa a inovar!